terça-feira, 3 de agosto de 2010

H1N1 (GRIPE SUÍNA) – ÁLCOOL GEL: A NOVA MODA


Olá você, tudo bem?

Aqui ta tudo...gripado!


Nesse tempo todo em que o “Improbabilidade Infinita” ficou desatualizado, poucos assuntos me deram ânimo para escrever. Mas um dos assuntos chamou mais a minha atenção. Foi o exagero da pandemia H1N1.
 

Na foto acima, podemos ver um norte-americano burro!
Não quero discutir sobre o real estado dessa “porcaria” aqui no Brasil, e sim falar sobre a nova mania do momento: ÁLCOOL GEL!!!
 
Curiosidade: O etanol ou álcool etílico é o tipo de álcool mais comum. Está contido nas bebidas alcoólicas, é usado para limpeza doméstica e também é combustível para automóveis. A fórmula do álcool etílico é C2H5OH, mais conhecido como álcool líquido.


Há alguns anos, o álcool líquido perdeu espaço para o álcool gel e eu acho que foi por causa de alguma lei inútil que proibia o líquido de ser vendido devido a sua periculosidade. (Na verdade não lembro direito. Só me lembro de que a gente fez um estoque de álcool líquido em casa).

NOSSA!!!!!

Foi um pandemônio! (Pandemônio é diferente de pandemia – procure no dicionário!). Com essa substituição, como os brasileiros acenderiam suas churrasqueiras? Não dá pra colocar o gel no pãozinho em baixo do carvão! E aquele famoso “foguinho”, dentro das latas de Nescau durante um banho de inverno congelante?
Podemos perceber que essa substituição deu tanto resultado quanto a lei seca ou a propaganda política.

Graças ao Santo Grande Pampa (Santo do Churrasco), o álcool líquido não sumiu...até agora! Digo isto não pela falta do álcool líquido (que não vai deixar de ser vendido), mas pelo fato do álcool gel vender mais que camisinha durante o carnaval. Acho que o álcool gel está produzindo uma das maiores vendas da história, perdendo, apenas, para a venda de antiácidos todo ano depois do carnaval, e de atestados médicos depois de feriados prolongados!


Na minha Universidade, todo mundo tinha um frasco de álcool gel. Eu me senti um ET porque não tinha um também. Tem até contrabando: uma menina vendendo álcool gel mais ‘baratinho’. Mas não me senti um ET por isso, mas pela reação ao saberem que eu não iria comprar o álcool que, aliás, foi muito interessante:

“Como assim você não vai comprar?”
“Você não quer evitar a gripe?”
“Tem que tomar cuidado!”
“Você é louco!!!!”
“Sai de perto de mim, Satanás!”

E assim por diante.
Confesso que, no começo dessa tal gripe, eu fiquei receoso. Afinal, meu estágio é dentro do hospital. Mas aos poucos fui me libertando dessa moda!

Como diria o grande comediante Danilo Gentili:

“Se essa historia de usar álcool na mão previne gripe suína, então o Zeca Pagodinho é imune ao vírus”.


Sabias palavras!
Ou então a frase que acabei de receber por e-mail:
“2000 pessoas contraem a gripe suína e todo mundo já quer usar máscara. 25 milhões de pessoas têm AIDS e ninguém quer usar preservativo...”..
Sabias palavras também. E olha que usar a máscara incomoda ainda mais que o preservativo!

Então eu me pergunto: por que o álcool gel é adotado como medida preventiva mais que a máscara?

Eu não sei, mas até agora, vi duas pessoas com máscaras, e 5734 com álcool gel.


A gripe suína é pura sorte:
se você é sortudo, essa gripe passa e você nem percebe. Agora, se você for azarado, certeza que aquele garoto ou garota que você ta ‘pegando’, passa o vírus pra você!

Lavar as mãos depois de lugares públicos, evitar aglomerações e ir ao médico quando ficamos doentes é algo que deveríamos fazer normalmente, desde sempre.


Imaginem a seguinte cena:
micro ônibus lotado, janelas vedadas porque tem ar condicionado, só que o mesmo não funciona há quatro anos. Que diabos eu vou fazer com um frasquinho de álcool gel? Passo no nariz ou faço inalação direta? Isso foi semana passada. Hoje, dia 18/08/09, estava um dia super feio, chuvoso e frio. Subi no ônibus e percebi que, claro, todas as janelas estavam fechadas. Então pensei:
“Abro a janela e pego gripe ou deixo a janela fechada e pego gripe?”

Decidi pegar a gripe de janela fechada, assim, pelo menos, eu não me molhei e ainda fiquei quentinho!


 
Referências:

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81lcool 
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534

A Lógica dos Mictórios

Oi você, tudo bem???

Esse é o capítulo 3! Que evolução!

O blog ficou um pouco desatualizado, mas foi totalmente proposital. Achei que algumas cabeças precisavam de um tempo pra assimilar a formatação do texto anterior.
Depois de escrever sobre a existência de Deus, O Senhor, O Todo Poderoso, trago a vocês, caros e raros leitores, um assunto ainda mais importante: A LÓGICA DOS MICTÓRIOS! Vocês conhecerão agora a arte sublime de se fazer xixi com companhia!

Sabe quando você começa a observar a hilária humanidade e surgem alguns pensamentos totalmente revolucionários? É desse tipo de pensamento que surgem pérolas como “dirigir de noite é o mesmo que dirigir de dia, só que com a luz apagada” e a “lógica dos mictórios”. Essa lógica se trata, pois, de uma lógica altamente observável que qualquer símio bípede pode comprovar (Tentem não observar muito para não serem confundidos com os famosos “Fiscais de pinto”).

Bom. Antes de falar da teoria em si, seria importante conhecer mais sobre o objeto central de minha divagação: O MICTÓRIO!

Mictório é nome que se dá ao lugar (geralmente de acesso público) próprio para o ato de urinar, que também recebe o nome de micção, vindo deste termo o nome mictório. Entenderam? Micção. Se tu encontrar alguém fazendo algo diferente disso, ligue pra polícia, ou pro George Michael.
Isto implica, de certa forma, que mictórios sejam apenas para homens, por razões anatômicas, embora haja exemplos de mictórios femininos (foto abaixo).

Mictório feminino - Atentem para o esquema de uso, preso à parede! 
Existem vários tipos de mictórios. Individuais, coletivos, feitos de porcelana, aço, resina, etc e também com uma grande variedade de formatos: redondos, ovais, com formato de lábios, retangulares, etc (fotos 3, 4 e 5). A grande evolução humana permitiu também que, assim como os vasos sanitários, os mictórios contassem com descargas hídricas, manuais e automáticas. A maioria dos mictórios também conta com a utilíssima ferramenta chamada desodorizador para evitar odores desagradáveis e manter a limpeza do local. Claro que esses desodorizadores só funcionam na primeira mijada. Todas essas informações são bastante ultrapassadas, porque, no final das contas, a maioria dos mictórios são buracos no chão com algumas bolinhas de naftalina (com a única função lúdica de tiro-ao-alvo).



Os mictórios mais novos tendem a ser individuais (foto 6) e a conter pequenas divisórias, para evitar a possibilidade de observação de um órgão genital alheio, um tabu na cultura ocidental, por aparentar comparações de tamanho, circuncisão versus não-circuncisão e, em certos casos, um comportamento tido como homossexual. E é por causa desse tabu que a lógica foi criada.


Então:
 
Imagine a seguinte cena: Banheiro masculino. Cinco mictórios (denominados didaticamente em mictório 1, 2, 3, 4 e 5). Um homem entra no banheiro e nota que os cinco mictórios estão livres. Do acordo com “A LÓGICA DOS MICTÓRIOS”, e se esse homem realmente for macho (existem alguns homens que vão direto ao vaso sanitário e ainda trancam a porta, lastimável) ele vai ao mictório número 1. Claro! Óbvio. O mictório 1 é o mais perto da parede. A probabilidade de algum outro homem ver seu biluzinho é remota. Dessa maneira ele pode fazer seu xixi confortavelmente. Nesse instante entra outro homem (outro de verdade, não daqueles q trancam as portas). Pra qual mictório ele vai? Pro 2? Errado. Se ele for pro 2, ele é um dos amigos do George Michael (cuidado nesses casos, coloque o Bráulio pra dentro e saia do banheiro, mesmo se ainda estiver urinando). O mictório escolhido é o de número 5. Fica o mais longe possível do número 1 e dessa maneira nenhum dos homens vai olhar o piu-piu do outro. Em seguida entra outro cabra macho (nunca entendi o conceito de que como uma cabra pode ser macho, mas tudo bem!). O que ele faz? Ahá! Imagino que você já deduziu a resposta! Exatamente! Mictório 3. Dessa maneira existe ainda um intervalo bastante aceitável entre os 3 mijões e ninguém sai ferido.

Agora vem a parte delicada: E se entrar mais alguém?
 
Bom...é simples. Esse 4º elemento fica se olhando no espelho, arrumando cabelo que não existe, limpando os dentes (os mais discretos) ou simplesmente formam uma fila atrás de um dos mijões. Perceba que nenhum deles usará os mictórios 2 e 4, eles só serão usados quando o primeiro a entrar no banheiro os escolha (é raro, você pode perceber que os mictórios 2 e 4 são os mais limpos e mais novos) e também nenhum deles entrará na cabine com a privadinha, então NUNCA faça isso. Lembre-se que macho de verdade não faz xixi escondido.
 
Vou interromper por aqui. Ainda existem muitas coisas que você, mijão das ruas, precisa saber antes de se aventurar por esse mundo de ladrilhos cor de verde-água cheirando naftalina. Mas isso é assunto pra outro episódio exdrúxulo.
 
Obrigado por lerem esse texto gigante (sem mencionar o chato), lavem as mãos e apaguem as luzes ao sair.
 

Referências
 
www.urinal.net
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mict%C3%B3rio

 
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